Hoje era dia de Busch Gardens, que fica em Tampa, cidade distante 2h de Orlando. Apesar dessa distância não precisamos sair tão mais cedo do hotel pois neste dia o parque abriria às 10h. Então saindo às 8h seria tempo suficiente. E foi isso que fizemos.

Acordamos e como nos dias anteriores a Fada Madrinha deu uma passadinha novamente pelo quarto da princesa para deixar uma lembrancinha e um bilhetinho com a programação do dia.

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Café da manhã tomado, seguimos para Busch Gardens. A estrada é longa mas é muito boa.

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Alguns GPS podem levar por um caminho diferente, ainda mais se você colocar para fugir de pedágios. Então, não estranhe se você entrar em uma área “meio” rural. No fim você chegará lá. rsrsrs

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Chegamos e fomos direto para a Cheetah Hunt. Como estávamos com a pequena precisamos nos revezar e no Busch Gardens este sistema é um pouco diferente. Eles dividem o grupo na metade e com um cartão com a quantidade que está indo na primeira leva, para que no revezamento vá apenas quem não foi. Mas o legal, nas duas turmas, é que você entra pela fila do Quick Queue (saiba mais sobre a Child Swap aqui)

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Enquanto esperávamos o resto da turma, minha afilhada quis tirar algumas fotos com a minha câmera. E não é que a menina leva jeito ?!!!

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Depois da Cheetah, fomos na Montu e depois para Falcons Fury passando pela Edge of Africa para ver os animais.

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Cheetah Hunt é sensacional, Montu é demais também, ver os animais sempre é maravilhoso, mas Falcons Fury é algo sem palavras.

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Difícil descrever a sensação, mas vou tentar.

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Na fila você fica pensando: “Nossa é muito alta, mas eu sou corajosa, eu amo atrações radicais”. Aí você entra na atração e pensa: “O que eu estou fazendo aqui ? De quem foi essa ideia idiota ?”, porém o elevador começa a subir e não tem mais jeito. O treco sobe, sobe, sobe, sobe mais um pouco, sobe mais e você pensa que só pode estar indo encontrar Deus.

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Seu pensamento vira certeza, quando a cadeira vira você de barriga para o chão. E aí o que acontece ? Você despenca. Mas é nessa hora que você percebe que foi a melhor atração que você foi na vida. Parece estranho, mas o despencar é a melhor parte e a que dá menos medo, pois com a força da queda você fica grudado no encosto da cadeira e a sensação de medo vai embora porque você se sente muito seguro. É SENSACIONAL !!!!!

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Teve um pessoal que amarelou e deu a desculpa que era porque precisava ficar com a pequena. Mas foi bom porque assim puderam registrar nosso feito rsrsrs

Depois da adrenalina, era hora da fofura. Fomos ao Serengeti Outpost comprar no tour no Serengeti Safari para alimentar as girafas. É a segunda vez que fazemos esse passeio e vale super a pena.

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Após as girafas, foi a nossa vez de nos alimentarmos e preferimos algo rápido na área Pantopia, então paramos no Kettle Corn. É praticamente uma tendinha que vende pipoca (claro rsrs), mas vende também salada, wrap, batata frita, tiras de frango empanado e um super Corn Dog no espeto. Gostosinho.

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Fizemos alguns brinquedos infantis dessa área e de lá seguimos pra a Kumba. Depois fomos ver os animais da área Jungala e finalizando as atrações radicais, Sheikra. Delícia !!!

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Preciso falar dessas fotos abaixo, pois foi o momento fofura do parque. As fotos não estão muito nítidas porque tinha muita gente querendo registrar o momento. Tinha uma pessoa nesta área dos Orangotangos com um cão de serviço. Pelo vidro o Orangotango viu e ficou doido para ver aquele animal exótico de quatro patas diante dele. Ele ficou um tempão passando a mão no vidro e olhando com muita curiosidade para o cão. Neste momento fofo os papéis se inverteram o os observados eramos nós e o cão.

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Saindo da Sheykra fizemos uma volta completa no teleférico Skyride. É uma maneira diferente de ver o parque. Foi legal.

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Na volta, passamos direto pela área da Vila Sésamo para ir na Walkabout Way para ver os cangurus. Está área tem horário, por isso não podíamos deixar por último. É bem fofo.

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E depois voltamos para a Vila Sésamo para minha afilhada brincar. Tadinha, desta vez ela ficou por último. Ela adorou as atrações dessa área e saímos de lá praticamente expulsas.

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Chegamos em Orlando passando das 20h e fomos dar uma voltinha em Downtown Disney e aproveitamos para jantar no Starbucks um Truffle Mac & Cheese (com créditos de Quick Service), bem gostosinho.

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Ele pode ter vários nomes (Rider Switch ou Child Swap), e funcionar de diferentes maneiras em cada parque, mas o propósito é o mesmo: possibilitar que famílias/grupos acompanhados de crianças pequenas, se revezem em atrações mais radicais sem que haja a necessidade de pegar a fila duas vezes.

Vou explicar mais detalhadamente.

Parques Disney:

Na Disney eRider Switch Passsse sistema chama-se Rider Switch (mas se você falar Child Swap, eles entendem também). E para utilizá-lo você deve se apresentar com a criança na entrada da atração e solicitar o uso. Será entregue a você um “crachá”, e este deverá ser trocado com o Cast Member que controla a entrada no “carrinho” da atração por outro cartão (parecido com os Fastpass antigos). É este cartão que dará acesso a quem ficou com a criança do lado de fora. A entrada com este cartão é feita pela fila do Fastpass, e é permitida a entrada de 3 pessoas. Assim, se seu grupo tiver quatro pessoas mais a criança, três poderão entrar na fila normal primeiramente, e uma ficar com a criança do lado de fora. Na hora da troca, essa pessoa que ficou acompanhando a criança poderá levar mais duas, para não brincar sozinho. Outro detalhe importante: é que você não precisa utilizá-lo no mesmo dia. No próprio cartão vem impressa a data de validade.

Parques Universal e Islands of Adventure:

Aqui eles chamam de Child Swap e tem a mesma função. A diferença é que você não aguarda do lado de fora. Nestes parques , as crianças entram nas filas junto com os adultos e quando chegam próximos a entrar no “carrinho” são encaminhados para um salinha, para aguardarem a troca. Outra diferença é que, na hora da troca, na maioria das atrações, mais de três pessoas podem ir novamente com quem estava com a criança. Não há um controle tão rígido em relação ao número de acompanhantes.

Child Swap da atração Transformers
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Child Swap da atração Revenge of the Mummy

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Parques Sea World e Busch Gardens:

Também se chama Child Swap, e como nos parques Disney, não há uma salinha para aguardar com a criança. Na entrada da fila, você solicita o Child Swap e diz quantas pessoas há no grupo. O funcionário marca a quantidade de pessoas do grupo em um cartão e solicita que entre na fila apenas a metade do grupo. Este cartão deve ser mostrado próximo ao carrinho e nele será marcado quantas pessoas passaram na primeira vez. Ao sair da atração, você entrega o cartão para a outra metade do grupo que faz o mesmo procedimento só que desta vez o cartão fica retido. Outra coisinha legal, é que a fila usada neste sistema é a fila express (a Quick Queue). Muito bom !!!

ADRENALINA BOTÃO

Agora, não dá mais pra culpar as crianças por não poder ir nas atrações radicais. Bora tomar coragem e se divertir !!!!

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14/01/2013 – Busch Gardens

Estávamos de pé no horário de sempre, e descemos para tomar café.

Devido ao tombo da minha mãe no Test Track e as diárias da cadeira já terem terminado, fui ver o que precisava fazer para alugar uma cadeira no hotel.
Próximo a entrada principal do Pop (mais pra lateral direita) tem o setor onde são separadas as bagagens dos hospedes. É para este lugar que vão as bagagens que são despachadas no balcão da Disney no aeroporto se você não quiser levá-la com você ou no caso de vôos domésticos, se elas já tiverem com a etiqueta, para que os funcionários da Disney a bagagem pra você.
Tá !!! Mas o que eu estava falando mesmo era da cadeira. Ok, vamos lá!!
Neste lugar também tem cadeiras de rodas para alugar. Meu pai resolveu ir buscar a cadeira, mas como o inglês dele se resume a “beer”, “thank you”, “yes”e “no”, eu fui junto dar uma forcinha.
Pedi para o funcionário uma cadeira de rodas, ele anotou meu nome, o número do quarto, quando iríamos embora e só. Perguntei quando era por dia e ele disse: “It is free!”. WHAT ????? Como assim ????? Free ???, e ele confirmou “Yes, it is free!”.
OMG!!! Então, quer dizer, que pagamos as três diárias de bobeira ? pensei com meus botões. E eles responderam: Sim, pagaram de bobeira.
O melhor de tudo era que a cadeira alugada no hotel poderia rodar pelos outros parques sem problema algum. Podíamos colocá-la na van e utilizá-la nos outros parques e no hotel, ao invés de pegar e devolver nos parques Disney como a cadeira que alugamos no Hollywood Studios.
Levamos a cadeira até minha mãe e depois de utilizarmos um pouco percebemos que ela não estava fazendo a curva direito, voltamos lá e trocamos por uma “cadeira de rodas cabine dupla” rsrsrsrs. A cadeira era enorme cabia minha mãe e todas as bolsas possíveis e imagináveis rsrsrs
Tudo resolvido, café tomado, pegamos o carro e pegamos o caminho do Busch Gardens.
Já tinha falado em outro post que utilizamos o GPS de um aplicativo no Ipad e ele nos deu uma rota alternativa para fugir de pedágios. Acabamos passando por uma área rural, mas foi bem interessante o caminho até o parque. Cerquinhas brancas, a casa grande ao fundo, animais pastando. Bem legal.
No começo nós achamos que estávamos perdidos, mas conferi o trajeto, e o destino estava certinho. Então, bora curtir a paisagem.
Chegamos e o parque tinha acabado de abrir. Sem perder tempo fomos direto pra Chetaah Hunt, mas ela já tinha 45 minutos de fila. Ok, vamos encarar! Mas como minha mãe estava com a cadeira de rodas, precisava utilizar o elevador (está fila tem subidas), e no início da fila perguntamos a um funcionário como deveriamos proceder.
No Busch Gardens o sistema para quem tem necessidades especiais é diferente, o funcionário vê quanto tempo está a fila e marca o tempo a partir do horário. Por exemplo: Chegamos na fila as 10:25h e o tempo de espera era de 45min, então ele marcou no papel 11:10h, e esse era o horário que deveríamos voltar pegar o elevador e ir na atração sem pegar a fila novamente.

O legal disso é que nesses 45 min de intervalo poderíamos ir em outra atração. Aproveitamos que é pertinho e fomos na Montu.

Depois da Montu, voltamos a Cheetah esperamos uns 10 minutinhos, até dar o horário e entramos.

Que delícia de montanha-russa. Sem loopings, mas muuuuuito boa !!! Todos adoraram.
Saímos da Chetaah e fomos ver os animais na Edge of Africa. Ao contrário de 2011, que muitos animais estavam escondidos por causa do frio, desta vez pudemos ver todos eles.

Seguimos todo o caminho e saímos do outro lado, quase em frente ao Serengeti Outpost que é o quiosque onde faz a reserva para o Serengueti Safari.

Compramos nossos tickets para fazer o passeio. Eram quase 12:00h e nosso “tour” estava marcado para 12:30h mas deveríamos fazer check in 15 minutos antes. Aproveitamos esses minutos para ir ao banheiro e comer os belisquetes que havíamos trazido na mochila.

No horário estipulado fizemos o check in e fomos encaminhados para a lateral onde há algumas cadeiras, sofás, para aguardarmos a pessoa que nos buscaria para o passeio.

Agora vou contar uma coisa que aconteceu mas que eu só fiquei sabendo dois meses depois. Uma coisa que faz com que escrever esse blog valha a pena. Saber que meus posts, relatos e vídeos ajudam as pessoas me deixam muito feliz e receber esse carinho então, me emociona demais.

Fomos ao Busch Gardens dia 14/01/13 e em 18/03/13 recebi essa mensagem na página do blog no Face:

“Olá Mel, você não me conhece ,mas graças aos seus vídeos de sua primeira viagem para a Disney consegui fazer uma viagem bem planejada. Fomos eu, meu marido e meus três filhos de 23, 13 e 7 anos, cada um com interesses diferentes mas que no final deu tudo muito certo. Feliz eu fiquei quando no dia 14 de janeiro deste ano visitando o Bush Gardens eu dou de cara com você e sua família, na “sala de espera ” do safari, fiquei olhando por um tempo e reconheci todos vocês, fiquei toda emocionada, não conseguia nem falar para o meu marido, quando eu ia falar com vocês, a guia comunicou que iríamos no próximo safari, eu parecia uma tonta, foi muito engraçado, não queria acreditar que aquela família que tanto me incentivou com seus vídeos e relatos estava ali na minha frente. Bem, agora eu posso contar essa história, foi muito engraçada e emocionante. Amei a minha viagem pra Disney….obrigada pelos seus vídeos e relatos…e como vocês relatei tudo no meu diário….foram dias de sonho!!! beijos!!”
Isso não é maravilhoso e emocionante ?!!! Não tenho palavras para agradecer o carinho que as pessoas demonstram por mim e por minha família. É SENSACIONAL !!!!
Sinto, por ela não ter me chamado e não termos chorado de emoção juntas, e não termos registrado a emoção.
Vai Melissa, enxuga as lágrimas e continua o relato !!!! (sim, eu estou chorando novamente ao relembrar essa história).
Quando dá o horário a guia/bióloga leva o grupo para guardar bolsas, mochilas em um armário (pode levar máquina fotográfica e filmadora) e depois ao caminhãozinho que nos levará ao passeio. Durante o percurso passamos por outros animais e ela vai falando os hábitos e curiosidades sobre cada espécies. O ponto alto do passeio é o final dele, onde o caminhão para ao lados das girafas para alimentarmos.
 

 

 

Dá vontade de levar a girafa pra casa !!!

Sim, elas dão uma babadinha na sua mão (babadona) e onde mais sua super língua encostar, mas ok, nada que um álcool gel no final não dê jeito, sem contar na experiência de estar com esse animal magnífico.
Após o “safari” passamos pelos elefantes e paramos para dar uma voltinha Scorpions e nos dirigimos pra Kumba.
Aproveitamos que já estávamos por ali e fomos ao Congo River Rapids. Muito legal, só que molha muuuuuuito !!!
Entramos na Jungala e resolvemos comer algo pois já era tarde. Escolhemos o Bengal Bistro. Lanche rápido e gostosinho !!

E depois do “almoço” ficamos por ali apreciando os tigres e os orangotangos.

Ainda fomos na Stanley Falls e na quando estávamos na fila encontramos mais uma vez o Lúcio Mauro Filho (sem fotos novamente).

A decepção do dia foi dar de cara com Sheikra fechada. Eles estavam pintando, mas quem liga pra cor ?!! Eu queria ela aberta pô !!!!!

Continuamos o caminho passando por outros animais e pelo Lory Landing, que é um viveiro com pássaros muito bonitos.
Em 2011 não tinhamos passado pelo Walkabout Way e desta vez não podíamos deixar de ir. Que fofo !!!!
Os cangurus ficam soltos e dependendo do horário você pode alimentá-los. Eles são bonzinhos e tem o pelo muuuuuuuito macio. Mandei embrulhar no mesmo pacote da girafa. Quero os dois !!!

 

Saindo da área dos cangurus, tem uns jardins que dão belas fotos.
 
Antes de darmos adeus ao Busch Gardens resolvemos ir na Gwazy. Ela fica perto da saída, já estávamos por ali mesmo, em 2011 estava fechada… não custava nada dar uma voltinha né?!!
Credo!!! Eita coisa que chacoalha. A Sheikra parece passeio no bosque perto dessa. Uma sensação horrorosa que o carrinho ia arrebentar aquelas madeiras todos e sair voando.

Mesmo nós, a “Família Adrenalina”, dispensamos essa em uma próxima. rsrsrsrs

Na volta, antes de ir para o hotel descansar, ainda demos uma passadinha no Florida Mall pra gastar mais um pouquinho.

Bjs e até o próximo relato.
Melissa Prandato

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