Para  começar nossos passeios em San Diego escolhemos o parque Sea World. O parque é bem parecido com o de Orlando na decoração e shows, porém tem algumas diferenças nas atrações.

O dia estava lindo. Céu azul, quase sem nuvens e um sol para cada um.

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Chegamos no parque bem cedo para trocar os ingressos (que demorou bastante, apesar da fila pequena) e com ingressos em mãos entramos no parque. Ainda faltavam alguns minutos para abrir oficialmente, então após passar a catraca ainda tivemos que esperar tirarem as cordas das áreas. Nesse meio tempo, fomos dar uma olhadinha nos tanques que ficam logo na entrada que tem pequenos tubarões, raias e uns bichinhos que pareciam baratas do mar gigantes, além de aproveitar para dar uma xeretada na lojinha.

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No horário de abertura, foi tocado uma musiquinha de boas vindas e lá fomos nós.

Nossa primeira atração seria na nova área Ocean Explorer, a Submarine Quest, porém já estava em manutenção então fomos em uma que era do lado dela a Tentacle Twirl, que é aquelas cadeirinhas tipo balancê, que giram bem no alto. Gostosinho!

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Quando saímos da atração, como ainda tinha um tempinho para o show dos golfinhos fomos na Journey of Atlantis.

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Na versão San Diego da Journey of Atlantis você entra no carrinho, sobe, dá uma voltinha e despenca molhando todo mundo. Isso tudo acontece bem rápido, a gente já estava achando a atração chata e muito curta, mas aí  o carrinho entra num elevador maluco que vira a gente de lado e então quando abre a porta do outro lado, começa uma montanha-russa. Foi beeeem legal !!!!

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Depois fomos direto pegar lugar para o show dos Golfinhos, o Dolphin Days. Ele é igual ao do Sea World de Orlando, na verdade o de Orlando é que é igual ao de San Diego, pois esse show começou no Sea World San Diego. Em comparação com o Blue Horizons que era emocionante demais, o Dolphin Days é mais educativo. Achei isso também no show da Shamu. Acredito que depois da grande repercussão negativa do documentário Black Fish, e uma diminuição na arrecadação dos parques, eles mudaram o foco das apresentações.

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Saindo do show fomos ao Shark Encounter, Turtle Reef e Freshwater Aquarium.

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Passamos por um jardim chamado Garden of Discovery, que era uma mistura de jardim e horta, bem bonitinho. E para ir para a próxima atração passamos também pelo Pacific Point Preserve. Que eu achei minúsculo em comparação com o de Orlando. Poxa, eles podiam ter caprichado mais nessa parte, fiquei com dó.

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Passamos pela área dos Flamingos, sempre lindos, e aproveitamos que ia dar o horário do show da Shamu que era ali perto e ficamos para assistir.

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Como eu disse mais acima, o show Orca Encounter é mais educativo. O foco é mais em informações sobre as Orcas, sobre o habitat e sobre preservação. Gostei !

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Ainda antes do almoço fomos na Shipwreck Rapids, que é aquela bóia que vai pelo rio bravo e molha pra caramba e na Manta, que não deita de barriga como a de Orlando, mas é boa. E depois, fomos almoçar porque a barriga já estava roncando.

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Dica: É preciso guardar todos os pertences nesses armários que ficam ao lado da atração e são grátis por um determinado período. Os armários estão disponíveis nas atrações Manta e Journey of Atlantis.

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Para almoçar escolhemos o Calypso Bay Smoke House. Escolhi o The Rib Sampler que estava bem bom. Esqueci de tirar foto, a fome era muita. rsrsrs

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Após o almoço fomos na Skytower, com um visual bem legal de todo o parque. Depois, ao show dos Leões Marinhos. O Sea Lions Live é no estilo de Orlando que mistura comédia com a performance dos animais, e no Teleleférico, Bayside Skyride. Gostamos bastante pois ele sai do parque que fica tipo numa peninsula passa por cima do mar e vai para a outra parte de terra. O visual é incrível.

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Ainda deu tempo de ir no Wild Arctic (igual a de Orlando) ver as belugas, a morsa e o urso polar, e em algumas atrações infantis, que a gente não resisti apesar de já termos passado e muito da idade rsrsrs.

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Saímos do parque por volta das 18h e fomos ao shopping Fashion Valley. Um pouco mais caro que o normal (outlets), então não compramos nada. Saímos do shopping e fomos comer no In-out Burguer que meu filho estava aguado, mas sinceramente não curti. Ele é um Mc Donald’s melhorado. Prefiro pagar um pouco mais e comer no Five Guys ou no Shake Shack que eu amo.

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Com a barriguinha cheia, ainda fomos no Target que ficava ali perto para comprar coisinhas para o café da manhã, e depois voltamos para o hotel para descansar pois no dia seguinte tínhamos passeio bem cedinho na praia.

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Hoje acordamos cedo, mas nem tanto como ontem, pois o Sea World era bem próximo a20150104_080742 copyo hotel.  Preparei o café no quarto e chamei o povo. Meu quarto serviu de refeitório também rsrsrs

A fada Madrinha passou novamente, deixando mais um recadinho e um presentinho para a pequena.

Mesmo depois de um dia inteiro brincando e uma noite de sono, o cabelo da minha princesa estava intacto e foi assim mesmo que ela foi para o parque.

Chegamos e o parque estava abrindo.

Dica: Chegar cedo é fundamental se você quer ganhar tempo nas filas, pois até umas 10:30h os parques ainda estão mais vazios.

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Fotos no Farol na entrada do parque e corre pra Manta para pegá-la vazia. Estava com 5 minutos de fila então entramos sem solicitar Child Swap, dava muito bem pra gente se revezar com a pequena sem usar este recurso.

Claro, que eu fui nas duas vezes rsrsrs

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Saindo da Manta, passamos pela Stingray Lagoon, para fazer um carinho nas arraias ou raias (como preferir rsrsrs), e já aproveitamos para ir ao Dolphin Cove alimentar os golfinhos.

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Muito fofo, minha afilhada amou, mas nem pensar dar peixe na boca deles rsrsrs Ela se contentou em nos olhar dando os peixinhos. Na saída fomos observar os golfinhos nadando por baixo d’água.

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Já estava quase na hora do show Blue Horizons que é grudadinho no Dolphin Cove, então já seguimos para lá. O show é lindo demais. Claro que a Shamu é a estrela do parque e que é um show imperdível também, mas na minha opinião se precisasse optar por um dos dois, optaria por este. Sensacional.

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Dependendo por qual lado você saia, já dá de cara com a atração Turtle Treck Um cinema 3D 360 ° sobre a jornada de uma tartaruga desde o nascimento até o retorno para desovar e a jornada recomeçar. É lindo.

Dica: Esta atração, como já disse, é 3D, 360° e além disse em pé. Se você tem algum tipo de problema de saúde como Labirintite, avalie se é uma boa ir nesta atração.

Pulamos Journey to Atlantis, não estávamos a fim de nos molhar e fomos direto pra Kraken, sem filas, novamente fizemos revezamento com a pequena e novamente fui duas vezes. Ohhhh dilícia !!!

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E quem disse que ela não estava se divertindo do lado de fora ? rsrsrs

Parada para o almoço no Seafire Inn. Dentro dos padrões do parque (excluindo Sharks Undewater Grill), a comida até estava boa.

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Atravessamos a ponte e fomos direto para o Shamu Stadium, assistir One Ocean. É um show muito bonito, apesar das interações entre treinadores e baleias não serem as mesmas de anos anteriores, vale assistir.

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Saindo de lá, foi a vez da pequena se esbaldar na Shamu Happy Harbor.

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Na Shamu Express, montanha-russa infantil, ela foi umas três vezes. Foi na Jazzy Jellies, que é estilo uma xícara só que sobe e desce também. E depois para desespero da Dinda, da mãe e dos tios, se enfiou na Net Climb, que são aqueles brinquedões cheios de túneis, só que este, ligados por redes.

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Nós bem que tentamos acompanhar mas foi bem complicado. O mais engraçado foi outros pais, também desesperados e com a língua de fora tentando acompanhar seus pequenos. Todo adulto que a gente encontrava no brinquedo, olhava para a nossa cara exausta (e a deles também) e caíamos na risada. Foi divertido, mas cansativo rsrsrs.

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Paradinha para tomar Dippin Dots (outro vício adquirido pela minha afilhada) e depois fomos para o Shark Encounter e Antarctica: Empire of the Penguin.

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Dica: leve um casaco para a Empire of the Penguin, por que ao final da atração há o encontro com os Pinguins e é uma área aberta. O vidro que separa os pinguins das pessoas chega até mais ou menos nossa cintura, então a temperatura que os pinguins sentem nós sentimos também. A temperatura nesta parte chega a 0° C.

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Como já tínhamos feito as principais atrações resolvemos ir embora do parque e seguir para o Premium.
Claro que deixamos muitas doletas por lá. E está parte não tem fotos. Ou a gente gasta, ou a gente tira fotos rsrsrs.

Tínhamos programado jantar em algum restaurante próximo ao hotel, mas estávamos cansado então fomos direto para o hotel e comemos pizza por lá mesmo.

Foi um dia bem gostoso e divertido.

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Ele pode ter vários nomes (Rider Switch ou Child Swap), e funcionar de diferentes maneiras em cada parque, mas o propósito é o mesmo: possibilitar que famílias/grupos acompanhados de crianças pequenas, se revezem em atrações mais radicais sem que haja a necessidade de pegar a fila duas vezes.

Vou explicar mais detalhadamente.

Parques Disney:

Na Disney eRider Switch Passsse sistema chama-se Rider Switch (mas se você falar Child Swap, eles entendem também). E para utilizá-lo você deve se apresentar com a criança na entrada da atração e solicitar o uso. Será entregue a você um “crachá”, e este deverá ser trocado com o Cast Member que controla a entrada no “carrinho” da atração por outro cartão (parecido com os Fastpass antigos). É este cartão que dará acesso a quem ficou com a criança do lado de fora. A entrada com este cartão é feita pela fila do Fastpass, e é permitida a entrada de 3 pessoas. Assim, se seu grupo tiver quatro pessoas mais a criança, três poderão entrar na fila normal primeiramente, e uma ficar com a criança do lado de fora. Na hora da troca, essa pessoa que ficou acompanhando a criança poderá levar mais duas, para não brincar sozinho. Outro detalhe importante: é que você não precisa utilizá-lo no mesmo dia. No próprio cartão vem impressa a data de validade.

Parques Universal e Islands of Adventure:

Aqui eles chamam de Child Swap e tem a mesma função. A diferença é que você não aguarda do lado de fora. Nestes parques , as crianças entram nas filas junto com os adultos e quando chegam próximos a entrar no “carrinho” são encaminhados para um salinha, para aguardarem a troca. Outra diferença é que, na hora da troca, na maioria das atrações, mais de três pessoas podem ir novamente com quem estava com a criança. Não há um controle tão rígido em relação ao número de acompanhantes.

Child Swap da atração Transformers
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Child Swap da atração Revenge of the Mummy

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Parques Sea World e Busch Gardens:

Também se chama Child Swap, e como nos parques Disney, não há uma salinha para aguardar com a criança. Na entrada da fila, você solicita o Child Swap e diz quantas pessoas há no grupo. O funcionário marca a quantidade de pessoas do grupo em um cartão e solicita que entre na fila apenas a metade do grupo. Este cartão deve ser mostrado próximo ao carrinho e nele será marcado quantas pessoas passaram na primeira vez. Ao sair da atração, você entrega o cartão para a outra metade do grupo que faz o mesmo procedimento só que desta vez o cartão fica retido. Outra coisinha legal, é que a fila usada neste sistema é a fila express (a Quick Queue). Muito bom !!!

ADRENALINA BOTÃO

Agora, não dá mais pra culpar as crianças por não poder ir nas atrações radicais. Bora tomar coragem e se divertir !!!!

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12/01/2013 – Sea World

Acordamos no horário de sempre, tomamos café da manhã e partimos para o Sea World.
Mas antes de começar o relato do parque, quero falar um pouco do café da manhã do Pop. Como eu adoro, essas porcariadas americanas. Na verdade eu não como os hambúrgueres com bacon, salsicha e panqueca com hambúrguer que eles comem logo cedo. Mas os ovos, a pizza, os waffles me dão uma saudade… Estou babando !!!
Olha a minha preferida, Breakfast Pizza !!!
Eu intercalava entre Croissant de Chocolate, Sanduiche de Frios, Breakfast Pizza, Waffle com calda de Chocolate e Ovos com Batatas.  Para beber, meu clássico café com leite, esse não tenho muita saudades não, americano não sabe fazer café e suco de laranja.
E de vez em quando, mais para de vez em sempre, pegava um bolinho de chocolate pra enganar o estômago no parque.
Bom… Chegamos no parque e ele estava abrindo. Claro que tem aquela parada para foto em frente ao farol.
Entramos com nosso ingresso personalizado. Sim, nosso ingresso era muito chique, tinha até nossa foto.
Mas isso não é mérito só nosso. Quando você compra os ingressos todos juntos através do site do Discovery Cove (+Sea World, Aquática e Busch Gardens), você imprime um voucher com código de barra que é seu ingresso. Não sei exatamente como faz quando você vai aos outros parques primeiro, mas quando você inicia pelo Discovery Cove eles trocam seu voucher por cartões com fotos que são tiradas no check in do parque e neste cartão vem todos os ingressos para os outros parques. Já ouvi falar que se você for primeiro nos outros, seu ingresso é o papel mesmo. Então tem que ter maior cuidado para não molhar e perder os outros ingressos contidos nele, mas se eu estiver errada me corrijam, ok ?!!!
Já dentro do parque, adivinhem qual brinquedos nós fomos primeiro? MANTAAAAAA, claro !!! E com direito a repeteco. Como é boa essa montanha-russa. Adoro !!!!!
Depois passamos pelo Pelican Preserve (um cercadinho com pelicanos) e nos encaminhamos ao Dolphin Theater para assistir Blue Horizons. Um show de golfinhos lindo de viver !!!!
Passamos pelo Stingray Lagoon (tanque com arraias para tocar e alimentar), pelo Dolphin Cove e Underwater Viewing e fomos ao Turtle Trek.
Apesar do pré-show ser longo (você vai entrando em algumas salas, onde tem aquários enormes e um funcionário vai falando curiosidades sobre as tartarugas), o filme 360 é muito bonito, chegou até a me emocionar no final. Mas chorar é comigo mesma, né ?!!! Rsrs
Voltamos para a parte dos golfinhos pois estava próximo da hora de alimentá-los.
Enquanto estávamos (eu e o Rogério) dando comida aos golfinhos, o resto do povo não quis ir e ficaram esperando do lado de fora. E a Larissa e o Daniel aproveitaram para dar comida para as arraias.
Os golfinhos são fofos demais né ?! Quem sabe em uma próxima encarnação eu não tenha uma casa num paraíso onde eu more na beira do mar e tenha um golfinho no meu “quintal”. Um golfinho livre, que de vez em quando venha me dizer “oi” e nadar comigo. Sonhar não custa nada né ?!!!
Após a hora fofura do dia, era a hora da adrenalina. Kraken nos aguardava.
Depois de duas voltinhas nela, nos dirigimos ao Sea Lion & Otter Theater, assistir Clyde and Seamore. Quando chegamos o show já havia começado, mas deu pra se divertir bastante. Eles são bem engraçados e inteligentes. Depois de Blue Horizons esse é o show que mais gosto.
Não tínhamos ido em 2011 então demos uma passadinha no Pacific Point Preserve. Os Leões Marinhos são bem barulhentos e tinha um que eu comecei a ficar com medo de que ele fosse cair do tanque. Ohh, bicho destemido !!!
A fome apertou e fomos tentar almoçar no Sharks Undewater Grill. Eu sabia que precisava de reserva, mas quem sabe como o parque não estava lotado, se tivesse lugar ou eu pudesse reservar para um tiquinho mais tarde. Mas não teve jeito, fui perguntar (e perguntar não ofende) e só tinha reserva para 16:00h até lá a gente já teria morrido de fome.
Para quem estiver pensando que a gente queria dar “o jeitinho brasileiro” tentando conseguir uma mesa sem reservar cedo, já vou esclarecer.
Minha mãe estava novamente sem a cadeira de rodas e como o restaurante é do outro lado do parque resolvemos que iríamos fazer o parque em uma ordem sem muitas voltas para não cansá-la ainda mais. Se desse para comer lá tudo bem, se não encontraríamos outro lugar. E foi o que fizemos, mas primeiro entramos no Shark Encounter.

 

 

Marido ficou besta com o tamanho dos tubarões. Quando eu falei que eram enormes, ele não acreditou. Achou que fossem aqueles cações pequenininhos que a gente está acostumado a ver nos aquários brasileiros. A cara dele vendo os bichões foi bem engraçada.
Agora sim, fomos procurar um lugar pra comer que não fosse o Mango Joe’s Café (péssima experiência em 2011) e encontramos o The Spice Mill.
 

 

Sinceramente, não sei qual é pior Mango Joe’s Café ou The Spice Mill. No mesmo estilo do primeiro, você anda em uma fila com a bandeja na mão e pega o que você quer, mas são “pratos prontos”, de sanduiche ou salada. O antendimento é péssimo. Você com cara de UÉ, sem saber qual sanduiche é qual, e a menina olhando pra você sem vontade nenhuma de explicar.

 

A maioria foi de hamburguer (um tanto normalzinho e nem tão saboroso) e para fugir do sanduiche minha irmã pegou salada. Coitada !!! A salada vinha praticamente com uma cebola e um tomate inteiro. Não estou falando em quantidade, estou falando em tamanho. Cada fatia de cebola e rodela de tomate deveria ter uns 4cm de espessura. Uma coisa horrorosa !!!
Apesar de tudo estávamos de barriga cheia e já podíamos continuar a diversão.
Fomos assistir a Shamu. Gostei mais do Believe em 2011, mesmo com todos os cortes depois da morte da treinadora. Mas vale a pena ir, afinal você está no Sea World e ver a anfitriã é obrigatório.

 

 

Agora, a historinha engraçada (pelo menos na hora rendeu muitas risadas):
Antes de entrar no show, em um dos caminhos próximo a entrada tinha uma barraquinha com aquelas “pistolinhas”em forma de baleia de fazer bolinhas de sabão. Minha tia queria comprar pra minha afilhada, mas o show já ia começar então falei, na saída a gente compra. Só que nós saímos por outro lado e aproveitamos e fomos ao Wild Artic. Saindo do Wild Artic fomos procurar a tal barraquinha, só que ela estava um pouco mais distante e em outra posição e já estavamos desistindo quando meu marido voltou e encontrou. Aí vira ele pra gente e fala: “Viu eu não disse que eu sabia onde estava?!” olha pro vendedor e numa respirada só diz pro coitado: “Nãoéverdadequevocêestavadooutroladoeagoramudoudelugar?”. Deu pena do cara. Ele ficou esperando meu marido terminar a frase sem entender uma palavra. Ele parecia um ponto de interrogação gigante e a gente começou a rir. Ele ficou muito sem graça, devia estar pensando que a gente estava tirando sarro dele. Depois até explicamos pra ele.
Fizemos o Wild Artic a pé, pois aquele helicóptero ninguém merece. E na “máquina”que você mede sua capacidade de prender a respiração, descobri que estou casada com um filhote de urso polar. rsrsrs

 

Depois, passearmos um pouquinho para tirar fotos e decidimos trocar Florida Mall por voltar mais cedo para o hotel e a piscina. Foi bem gostoso terminar o dia relaxando e curtindo o hotel.
Voltando para “casa”.

O povo das fotos a seguir não sabem afundar sozinhos para tirar fotos. Foi muito engraçado assistir as milhões de tentativas até resolverem que precisavam de uma ajudinha. Apesar de parecer que estão sendo afogados, as fotos saíram. rsrsrs

Bjs e até o próximo relato.
Melissa Prandato

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