Hoje, quem escreve para o blog é minha querida amiga Thais Bataglin, contando um pouquinho do tour Keys to the Kingdom. Maravilhoso !!!

“Fica aqui um breve relato de como funcionou o tour pelo Magic Kingdom.

Reservei o tour pelo telefone (407) 939-8687 uns dois meses antes de embarcar. O custo é de U$79,00 mais tx e é cobrado direto no cartão de crédito.

Escolhi o horário das 9h. As 8:30 cheguei no parque e eles te encaminham para uma entrada lateral, checam a reserva (é bom anotar o número) e te liberam para entrar no parque. É feito um check in logo a esquerda no Chamber of Commerce. Eles já deixam um crachá com o nome de cada participante e água fresquinha e entregam os fones que serão usados durante o tour. Nessa hora também já é escolhido o prato e bebida do almoço.

 

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Enquanto a gente esperava pelo guia, que chega 5 min antes do horário marcado, foi possível passear e tirar fotos pelo parque. Detalhe, ele ainda estava vazio!! Imaginem uma foto do castelo sem aquela multidão de gente atrapalhando!! E os fotógrafos do PhotoPass já estão disponíveis.

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As 9h em ponto nosso guia chegou, se apresentou e pediu pra gente colocar os fones, é possível ouvi-lo bem sem que ele fique gritando. Era um daqueles funcionários que amam a Disney e extremamente bem humorado. Imaginem a situação do coitado, 9h da manhã, quase 35C, muito sol e ele lá, feliz da vida…

Vou dividir o tour em partes para facilitar:

Parte 1: Explicação Inicial
Após as devidas apresentações, o guia nos ensina um pouco sobre a empresa Disney, os pilares em que baseiam todo o desenvolvimento e manutenção dos parques e a empresa como um todo. Legal de saber pois durante o tour ele aponta várias vezes onde essas diretrizes são aplicadas.

Parte 2: Main Street
O guia conta toda a historia da construção da rua. Como ela é distribuída, o quão longa ela é, o que existe por trás daquelas janelinhas e explica sobre vários nomes que a gente pode ler lá nos vidros do alto. Quem são aquelas pessoas e o que elas representam. Ele mostra a ambientação feita em cada área e porque cada uma é como é.

Parte 3: Jungle Cruise
Essa é a primeira atração a que o tour nos dá direito. Os participantes entram direto, sem pegar fila, e ao longo da viagem o guia explica basicamente tudo sobre o brinquedo. São vários fatos super interessantes e que numa ida ´normal´ a gente nem se dá conta.

Parte 4: Walt Disney
Sob uma área coberta próxima ao Piratas do Caribe, ficamos sentados numas mesinhas enquanto o guia contava sobre a trajetória do criador de tudo. Como e quando tudo começou, quais eram os planos e tudo o que foi feito para se chegar ao mundo que a Disney é hoje.

Parte 5: Primeiro BackStage
A gente entrou para o backstage numa passagem bem escondida que fica ao lado da Splash Mountain. É por ali que as paradas saem. Ele explicou sobre as marcações no chão, o que cada uma significa para o show e ao descermos um pouco mais uma música alta começou a tocar e disse o guia: que legal, vocês chegaram exatamente no horário do ensaio da próxima parada de Halloween! Tinham algumas pessoas dançando, uma personagem só com o corpo da fantasia e sem a cabeça (se não me engano era a menininha do Detona Ralph) e um Pateta, só com a cabeça sem o resto do corpo em cima de um carro, todo feliz acenando pra todo mundo. Pra mim, realmente, tudo fazia parte do show, não era nada ao acaso e sim tudo combinado. Mas enfim… coisas da Disney…
Nessa área fica a estação de tratamento de lixo, o guia explicou como funciona, e os galpões onde os carros das paradas ficam guardados e passam pelas devidas manutenções. Alguns prédios são das atrações ao redor e é possível ver a água utilizada, máquinas, etc.
Uma parada rápida para dúvidas e nosso guia explicou sobre os personagens que dão autografo, como se revezam, o tempo que cada um fica exposto, fantasias, paradas, etc

Parte 6: Almoço
Saindo do Backstage seguimos todos para o restaurante Columbia Harbor. Algumas explicações sobre a área são dadas. Ao chegarmos ao restaurante, cada participante tem um lugar marcado por um crachá e um bottom em formato de chave é dado como souvenir. O prato escolhido e a bebida já estão esperando. São exatos 30 minutos para comer. Escolhi um prato de fritas e camarão empanado, nada demais mas tb não era ruim.

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Parte 7: Haunted Mansion
Antes de entrar no brinquedo o guia explica sobre vários fatos relativos a essa atração. Muita coisa interessante, como por exemplo, arquitetura da casa, as vozes e rostos dos personagens lá dentro, o salão de jantar (aquele das sombras que dançam)… Entramos pela passagem de serviço dos funcionários que dá direto na sala onde o show começa. É bem legal ter uma perspectiva diferente, pois vc anda no brinquedo procurando pelos sinais que o guia falou lá antes de entrar.

Parte 8: Finalmente os Utilidors
Entramos novamente no Backstage do parque por uma passagem de serviço que fica ao lado do Crystal Palace. O guia fala mais um pouco e finalmente descemos as escadas que levam aos corredores subterrâneos. Lá embaixo se parece muito com uma fábrica, uma empresa mesmo. São escritórios, quadros de avisos, várias fotos (todas elas devidamente explicadas pelo guia), salas de descanso, estoques, carrinhos de transporte. Os funcionários ficam indo e vindo o tempo todo.
Tem uma paradinha rápida para um vídeo sobre a lavanderia dos uniformes dos funcionários e como funciona esse esquema todo. Incrível a organização!
A gente anda tipo 1/10 do que são os corredores. Já que eles circulam o parque todo e a gente entra no começo da Main Street atrás do Casey´s Corner e sai na entrada do parque, basicamente o comprimento da Main Street é percorrido.

Ao sair o guia faz a pergunta básica: conhecer tudo isso estragou a magia da Disney??
Minha resposta: Não!!! Pelo contrário, foi muito interessante saber como tudo começou, como cada detalhe é pensado, como nada é por acaso e que a magia e a alegria em fazer o publico acreditar está acima de tudo!
Cansativo? Sim, são quase 5 horas andando no calor, com poucas paradas e muito pouco tempo sentado. Mas nada muito diferente do que uma manhã no parque em dia cheio!!

Dica: se vc não entende nada de Inglês não vá… não tem tradução e o guia fala relativamente rápido.
Nada de fotos!! Eles são extremamente rigorosos. Nem checar o celular enquanto o guia fala é permitido.
É necessário ter um ticket de entrada do parque então depois do tour vc pode permanecer no parque.

É isso!! ”

 

Obrigada, Thais. Amei !!! E com certeza, a Magia Disney acaba jamais.

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Hoje quem escreve no blog é minha querida amiga Fernanda. Ela tem um blog bem legal o Reinventando Sonhos, que tem relatos de viagens bem legais.

Obrigada Fer, por este texto lindo e emocionante !!!
Quem me conheceu recentemente jamais poderia acreditar que eu nunca tive um sonho de conhecer a Disney. Eu sempre me achei adulta demais para aquele reino de fantasia e ao invés de conhecer a Disney aos 15, eu conheci Paris aos 16. 
Ai você deve estar pensando, como é que alguém que nunca quis conhecer a Disney virou essa fanática pelo mundo de Walt? 
Bem, no meio do caminho dessa viajante apareceu uma notícia de que um parque de Orlando inauguraria uma parte dedicada ao meu bruxinho favorito, e como boa fã que sou eu precisava ir conhecer. 
Decidimos então por conhecer NYC e ir pra Orlando conhecer Hogwarts e já que a gente ia estar lá decidimos conhecer os parques da Disney também. Hoje estou montando meu roteiro para o ano que vem e nem consigo acreditar em como aquele mundo mágico me transformou. 
Em 2011 eu fui aos parques da Disney para dizer que conheci e hoje faço questão de fazê-los e até de repetir alguns. Os parques da Universal não me decepcionaram de forma alguma. Estar em Hogsmeade, Hogwarts, andar de Hipogrifo foram, sem sombra de dúvida, pontos altos da viagem, mas ainda hoje eu consigo lembrar o que senti quando entrei na Main Street e vi aquele castelo na minha frente. 
No final daquele dia mágico em que a sempre adulta Fernanda mais parecia uma criança encantada pelo mundo transformado pelo pó de pirilimpim eu tive certeza de que eu estava vivendo um sonho, um sonho que eu nem conhecia, mas que se transformava em realidade. 
Eu ainda quero conhecer o mundo, mas agora qualquer lugar que me coloque perto do meu amado ratinho sobe na minha lista de destinos. Eu já tive o prazer de visitar o Mickey em Orlando e Paris, e ainda quero conhecer todas as outras Disneylands espalhadas pelo mundo, mas antes estou de malas prontas para realizar mais um sonho… 
 
Em janeiro embarco para a Terra da Magia junto com a minha família e hoje tenho certeza que além de uma Potterhead louca para conhecer as novidades do HP, em mim vive uma Mickeyra louca para abraçar meus personagens favoritos, pegar autógrafos, chorar em frente ao castelo agradecendo a Deus e a vida por estar ali, e tenho certeza que vou voltar ansiosa pelo reencontro. Mas não posso reclamar, tenho a sorte de juntar dois amores em um único destino, e sempre que possível meu amor pelo Harry Potter e pelo Mickey me levarão de volta pra “casa”
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Após 5 anos em Marceline a Família Disney mudou-se para Kansas City, onde Elias Disney adquiriu uma distribuidora de jornais, com o dinheiro da venda da fazenda. Era Roy e Walt que entregavam os jornais, fizesse sol ou chuva.

Ainda em Kansas, Walt teve muitos outros trabalhos, entre eles, e o que mais gostava, era o de vendedor de refrigerante e revistas nos vagões da Estrada de Ferro Santa Fé. Este trabalho fazia-o recordar dos tempos que morou em Marceline e das muitas horas em que passava olhando os trens e seus passageiros.

Em 1916, a família mudou-se novamente, retornando à Chicago. Walt ainda ajudava o pai que muito contra a vontade pagava para ele um curso de desenho na Academia de Artes de Chicago.

Walt Disney ainda fez parte da Cruz Vermelha, no final da Primeira Guerra, na França em 1918.

Ao retornar da França Walt Disney decidiu ir em busca de um emprego no que gostava de fazer, que era desenhar. E foi novamente para Kansas. Lá conseguiu seu primeiro emprego como aprendiz de desenhista em um pequeno estúdio, criando desenhos de implementos agrícolas. Não era bem o tipo de desenho que queria fazer, mas desta maneira tinha a oportunidade de desenhar animais.

Nesta empresa Walt conheceu Ubbe Iwerks que, assim como ele era jovem e amante dos desenhos.

Walt Disney e Ubbe Iwerks

Walt Disney e Ubbe Iwerks

Mais tarde, os dois abriram seu próprio estúdio que inicialmente era num espaço cedido em um restaurante em troca de serviços e depois em um escritório maior.

Mesmo tendo seu pequeno estúdio Walt conseguiu um emprego como cartunista na Kansas City Film Ad Company.

Lá, empenhou-se em aprender tudo o que pudesse sobre animação, mas a maneira como era feita não o agradava. Eram figuras de papel recortada e fotografada contra um fundo, mudando a posição da figura a cada foto. Para ele esta técnica era muito primitiva e artificial, decidiu então pesquisar como poderia modificá-la.

Depois de muita pesquisa, descobriu um novo método e decidiu experimentar. Desenhou um menino com uma bola, depois o mesmo menino com o pé ligeiramente erguido e mais uma série de desenhos com a trajetória da bola. Walt ficou satisfeito com o resultado, pois tinha acabado de criar uma cena de um menino chutando uma bola.

Depois do trabalho, todas as noites, ele e Ubbe em um estúdio improvisado na garagem de onde morava com Roy, filmavam suas criações com uma câmera construída por ele mesmo.

Um ano depois Walt resolveu produzir desenhos mais longos. Então contratou cinco jovens artistas, que pagaria apenas com o que obtivessem de lucro. Assim o grupo produziu o primeiro filme: “Chapeuzinho Vermelho”, e depois, mais seis desenhos. Mas com sua falta de talento para os negócios, os problemas financeiros recomeçaram e o grupo se desfez, obrigando Walt a voltar para o pequeno escritório.

Walt Disney trabalhava e morava neste escritório. Para tomar banho e usar o banheiro ia até a Estação de Ferro Santa Fé e sua única companhia era um rato que aparecia em cima de sua mesa e que ele às vezes alimentava.
Próxima parte o nascimento do ratinho mais querido e famoso do mundo.
Mel

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29 out 2010

Um pouco de Walt

Walt Disney
 

Vou aos poucos colocando aqui partes interessantes da vida de Walt Disney, para que assim como eu outras pessoas possam começar a admirá-lo.

Walter Elias Disney nasceu em Chicago no dia 05 de dezembro de 1901, mas foi em Marceline, no Missouri, onde passou alguns anos de sua infância, mas que marcaram profundamente sua vida para sempre.
Desde pequeno Walt já demonstrava ser um grande sonhador. Adorava desenhar e conversar com animais. Passava horas conversando com eles, criando histórias onde os porcos, galinhas e patos da fazenda da família Disney eram os personagens.
Para o pai de Walt desenhar não era um trabalho digno e, muitas vezes, quando Walt era surpreendido pelo pai sonhando ou desenhando, o menino apanhava.

Apesar de muito severo e com pouco senso de humor, foi com o pai que Walt aprendeu o valor do trabalho árduo e da palavra empenhada. Já seu lado alegre e criativo, Walt herdou da mãe, além da aparência física.
Seu melhor amigo era seu irmão Roy, 8 anos mais velho.
Ele apoiava Walt em todas as suas “loucuras”, desde fazer sua parte no trabalho da fazenda para que ele pudesse brincar até, após a morte de Walt, tornar realidade seu sonho: o projeto Disneyworld.

Logo, logo escrevo mais um puquinho, ok ?!
Bjs
Melissa

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